Modelagem de distribuição de plantas amazônicas
Uso de modelos e ferramentas preditivas para indicar áreas potenciais de cultivo e exploração sustentável de espécies de interesse econômico.
Carlos Henrique Franciscon — conhecido como Chicon na universidade — construiu uma trajetória dedicada à Botânica amazônica, às coleções científicas, à taxonomia e à compreensão da distribuição das plantas.
PESQUISA
Uma prática científica que aproxima identificação vegetal, inventários, conservação e informação — com foco na flora amazônica e na modelagem de distribuição de plantas.
Uso de modelos e ferramentas preditivas para indicar áreas potenciais de cultivo e exploração sustentável de espécies de interesse econômico.
Experiência com morfologia externa e taxonomia de vegetais superiores.
Inventários florísticos e florestais, listas de espécies e conhecimento dos ecossistemas amazônicos.
Digitalização, qualificação e disponibilização de dados de coleções científicas e do Herbário INPA.
TRAJETÓRIA
Da formação em Biologia e Matemática à especialização em Botânica amazônica, a carreira combina docência, pesquisa, curadoria e gestão.
Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
Antes disso: Licenciatura Curta em Matemática, UFU (1981—1983).Estágio nos subprojetos Polinização e Ecologia Vegetal, no Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais, em Manaus.
Experiência descrita no currículo como fundamental para o conhecimento da flora amazônica.Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Dissertação sobre distribuição geográfica e conhecimento de espécies de extrativismo da Amazônia Central.
Atuação docente em Ciências Biológicas, Engenharia Florestal e áreas afins, com disciplinas como Botânica Geral, Taxonomia Vegetal, Anatomia e Morfologia Vegetal, Dendrologia e Sistemática.
Atuação como Tecnologista Sênior III, com funções de curadoria do Herbário INPA, gestão de coleções e acervos, coordenação de iniciativas e participação em comissões técnicas.
Rede Bionorte, Universidade Federal do Pará (UFPA). Tese sobre distribuição e conservação de espécies de Aniba, Mezilaurus e Aiouea (Lauraceae) no Brasil.
PROJETOS
Projetos registrados no currículo mostram uma trajetória em que pesquisa, coleções, tecnologia e formação caminham juntos.
Iniciativa de inventário, registro e divulgação da biodiversidade brasileira; Carlos Henrique Franciscon aparece como coordenador no projeto registrado.
Elaboração da flórula do entorno da REBIO de Uatumã, Amazonas, com participação de alunos de graduação.
Qualificação e disponibilização online, em tempo real, de dados do acervo botânico; projeto com Carlos Henrique Franciscon como coordenador no currículo.
Modernização, normatização, manutenção e atualização do acervo da Biblioteca/SDIN do INPA.
Iniciativa apoiada pela FAPEAM para aproximar professores e estudantes de escolas públicas de projetos de pesquisa científica e tecnológica.
Projeto dedicado à organização de informação botânica e identificação das espécies da região.
PRODUÇÃO
O currículo registra artigos, capítulos, textos de divulgação, trabalhos técnicos, apresentações e participação em bancas — com forte presença de temas ligados à flora, conservação, etnobotânica e coleções.
Abrir currículo Lattes completo ↗FRANCISCON, C. H.; MIRANDA, I. S.
FRANCISCON, C. H.; MIRANDA, I. S.
FRANCISCON, C. H.; MIRANDA, I. S.
O currículo registra textos em jornais, revistas e canais institucionais sobre o INPA e suas coleções.
FORMAÇÃO
Da formação matemática às Ciências Biológicas, Botânica e Biodiversidade, o percurso combina leitura quantitativa, conhecimento vegetal e experiência de campo.
Biodiversidade e Biotecnologia — Rede Bionorte / UFPA
Distribuição e conservação de espécies de Lauraceae no Brasil.Ciências Biológicas (Botânica) — INPA
Distribuição geográfica e extrativismo vegetal na Amazônia Central.Licenciatura Plena — UFU
Base para uma carreira de ensino, pesquisa e curadoria botânica.Licenciatura Curta — UFU
Formação que antecede e complementa a trajetória nas Ciências Biológicas.Frase editorial criada para esta página — não é uma citação literal do currículo.
Ao longo de décadas, o currículo registra ensino, orientação de estudantes, curadoria, pesquisa, organização de coleções e iniciativas de acesso à informação. É uma trajetória em que a botânica aparece não só como disciplina, mas como ponte entre território, memória científica e conservação.
O currículo Lattes é a fonte pública de referência para detalhes bibliográficos, orientações, bancas, atividades e projetos.